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Explicamos de forma simples e sem mistério o que está por trás dos alimentos que você consome todos os dias.

O que são ansiolíticos naturais?

O que são ansiolíticos naturais?



Ansiedade é uma resposta natural do corpo, mas quando se torna frequente, intensa ou sem causa aparente, começa a afetar o bem-estar, o sono, o humor e até a saúde física. Nesse cenário, muitas pessoas buscam alternativas mais suaves para aliviar os sintomas — e é aí que entram os ansiolíticos naturais. Eles são substâncias encontradas em plantas, alimentos, extratos ou compostos bioativos que atuam no sistema nervoso, reduzindo a tensão, promovendo relaxamento e equilibrando neurotransmissores ligados ao estresse. Embora não substituam tratamentos médicos quando necessário, esses recursos podem complementar a rotina, oferecendo uma abordagem menos agressiva ao organismo. São utilizados tanto preventivamente quanto em momentos de crise emocional, sempre com foco em promover calma sem os efeitos sedativos fortes dos medicamentos tradicionais.



Fitoterápicos mais conhecidos e estudados

Entre as opções naturais, alguns fitoterápicos se destacam pela quantidade de estudos e pela eficácia percebida há muitos anos em culturas diferentes. Eles atuam através de compostos bioativos que modulam a atividade cerebral, regulam hormônios do estresse e ajudam na qualidade do sono. Alguns deles têm pontuação positiva em revisões científicas e são recomendados por profissionais de saúde natural. Além disso, costumam ter poucos efeitos colaterais quando usados corretamente, tornando-os alternativas populares para quem busca mais equilíbrio no dia a dia.



Camomila – Relaxamento leve e melhora do sono

A camomila é um dos ansiolíticos naturais mais tradicionais do mundo, usada há séculos para acalmar a mente e relaxar o corpo. Seu principal composto, a apigenina, se liga a receptores no cérebro associados ao relaxamento, o que ajuda a diminuir a excitação neural. Além disso, a camomila tem ação anti-inflamatória que também favorece o bem-estar emocional, já que inflamações sistêmicas estão relacionadas ao aumento da ansiedade. O consumo pode ser feito em forma de chá, extrato, cápsulas ou até óleo essencial, dependendo da intensidade desejada. Em estudos clínicos, mostrou melhora significativa em quadros de ansiedade leve a moderada e contribuiu para noites mais tranquilas.



Maracujá – Ação sedativa suave e controle da inquietação

O maracujá, especialmente sua espécie Passiflora incarnata, é amplamente usado como calmante natural. Seus compostos bioativos — como alcaloides, flavonoides e harmanas — aumentam a atividade do GABA, neurotransmissor responsável por reduzir a excitação cerebral. Isso promove relaxamento sem causar sonolência extrema, sendo útil para quem vive momentos de irritabilidade, agitação mental e dificuldades para desacelerar antes de dormir. Fitoterápicos à base de maracujá são comuns em farmácias e reconhecidos por reguladores de saúde. Dependendo da concentração, podem ser usados durante o dia ou à noite, respeitando as necessidades individuais.



Valeriana – Redução da tensão muscular e melhora do sono profundo

A valeriana é um dos fitoterápicos mais estudados no mundo quando o assunto é ansiedade, principalmente por seu efeito direto no sistema nervoso central. Ela contém compostos como valerenol e ácido valerênico, que modulam os receptores de GABA, ajudando a diminuir o excesso de atividade cerebral associado ao estresse. Além de aliviar a tensão mental, também reduz a tensão muscular, comum em momentos de preocupação e irritabilidade. A valeriana é muito utilizada em casos de insônia leve, despertares noturnos e dificuldade em alcançar o sono profundo e restaurador. Diferente de calmantes sintéticos, ela não causa dependência, mas requer uso contínuo por alguns dias para que seus efeitos sejam perceptíveis. Preparações incluem cápsulas, tinturas e chás — sendo os extratos padronizados os mais eficientes segundo pesquisas.



Melissa (Erva-Cidreira) – Calmante suave que reduz irritabilidade

A Melissa officinalis, popularmente conhecida como erva-cidreira, possui ação ansiolítica e estabilizadora do humor, devido à presença de compostos como rosmarínico, citronelal e geraniol. Ela atua reduzindo a liberação de hormônios do estresse e aumentando a sensação de relaxamento. Estudos mostram que a Melissa pode melhorar o foco mental em pessoas sob pressão, ao mesmo tempo em que diminui sintomas como inquietação, irritabilidade e sensação de “mente acelerada”. Muito consumida em chás, óleos essenciais ou cápsulas, a erva-cidreira combina bem com camomila e maracujá para quem precisa de um efeito calmante mais amplo — especialmente no período noturno. Seu uso é considerado seguro para a maioria das pessoas, inclusive para idosos.



Ashwagandha – Redução comprovada do cortisol e estabilização emocional

A ashwagandha (Withania somnifera) é uma das plantas mais importantes da medicina ayurvédica e ganhou enorme destaque no Ocidente por sua capacidade de reduzir o cortisol, o principal hormônio do estresse. Ela é considerada um adaptógeno — substância que ajuda o corpo a se adaptar a situações de pressão física e emocional. Pesquisas clínicas mostram que seu uso contínuo melhora quadros de ansiedade, exaustão mental, insônia por estresse e sensação de sobrecarga emocional. A ashwagandha também favorece equilíbrio hormonal, melhora o humor e ajuda na clareza mental. É muito utilizada em cápsulas, extratos padronizados e pó. Seus efeitos são progressivos, surgindo ao longo de algumas semanas. Pode ser uma opção valiosa para quem vive rotinas intensas ou está passando por períodos de grande tensão.



Magnésio – Um dos minerais mais importantes para ansiedade

O magnésio é essencial para mais de 300 reações bioquímicas no corpo, incluindo aquelas que regulam neurotransmissores ligados ao bem-estar e ao relaxamento. Baixos níveis de magnésio estão diretamente relacionados ao aumento da ansiedade, irritabilidade, sensação de alerta constante e tensões musculares. Entre suas formas, o magnésio glicina e o magnésio treonato são os mais associados ao efeito ansiolítico, pois ajudam a modular o GABA, reduzir a liberação de adrenalina e melhorar a qualidade do sono. Outro ponto importante é sua capacidade de reduzir a inflamação sistêmica, que também está ligada ao aumento da ansiedade em algumas pessoas. Esse mineral pode ser obtido por meio da alimentação — como em sementes, folhas verdes e castanhas —, mas muitas pessoas se beneficiam de suplementação supervisionada.



Outros chás calmantes com ação ansiolítica

Além dos fitoterápicos mais conhecidos, existem diversas ervas com ação calmante comprovada ou tradicionalmente utilizada há séculos. Entre elas estão a lavanda, que pode ser usada tanto em chá quanto em óleo essencial; a tília, muito popular na Europa; e o mulungu, usado na fitoterapia brasileira para casos de agitação intensa e dificuldade de relaxar. O capim-limão, ou capim-santo, também aparece como opção interessante, oferecendo um aroma relaxante e propriedades antioxidantes que auxiliam na regulação emocional. Esses chás podem ser usados isoladamente ou em combinações, sempre observando a necessidade individual — por exemplo: camomila + melissa para noites tranquilas; maracujá + mulungu para momentos de irritabilidade mais forte.



Evidências científicas: o que os estudos realmente mostram sobre ansiolíticos naturais

A busca por ansiolíticos naturais cresceu de forma significativa nos últimos anos, e isso incentivou a comunidade científica a investigar se esses compostos realmente funcionam. A maior parte das pesquisas disponíveis concentra-se em plantas como camomila, valeriana, melissa, lavanda, passiflora e ashwagandha. Diversos estudos clínicos apontam que essas substâncias têm efeito real sobre o sistema nervoso, especialmente modulando neurotransmissores como GABA, serotonina e dopamina. Uma revisão publicada no Journal of Ethnopharmacology destacou que a valeriana, por exemplo, reduz estados de hiperexcitação neuronal e melhora significativamente o sono. Já a camomila teve resultados positivos em quadros de ansiedade leve e moderada, sendo comparada inclusive a medicamentos convencionais em alguns cenários. A ashwagandha, por sua vez, possui fortes evidências para redução do cortisol e regulação do humor, com estudos randomizados mostrando melhora expressiva em pessoas com ansiedade generalizada. No caso da melissa, pesquisas sugerem melhora da calma, foco e humor em apenas alguns dias de uso. Apesar disso, a ciência também destaca limitações importantes, como tamanhos pequenos de amostras, variações na concentração dos extratos e falta de padronização entre produtos vendidos no mercado.



Quando ansiolíticos naturais não funcionam – Limitações que precisam ser consideradas

Embora possam ajudar muitas pessoas, ansiolíticos naturais não são uma solução universal. Eles costumam funcionar melhor em quadros de ansiedade leve ou moderada, especialmente quando a causa é estresse, sobrecarga mental, noites mal dormidas ou tensão acumulada. Em casos de ansiedade severa, transtorno do pânico, depressão associada, crises recorrentes ou sintomas debilitantes, seu efeito pode ser insuficiente. Outro ponto importante é que muitas pessoas esperam resultados imediatos, quando na verdade a maior parte dos fitoterápicos funciona de forma progressiva, exigindo dias ou semanas de uso correto. Além disso, fatores como alimentação inadequada, ausência de atividade física, privação de sono ou consumo excessivo de cafeína podem anular completamente o efeito dessas substâncias. Situações emocionais profundas — como luto, traumas recentes ou ambientes altamente estressantes — também podem demandar intervenções psicológicas mais estruturadas. Por fim, há pessoas que simplesmente não respondem a determinados fitoterápicos devido à individualidade biológica.



Contraindicações e cuidados importantes

Apesar de serem naturais, esses compostos não são totalmente isentos de riscos. Mulheres grávidas ou que amamentam devem evitar ervas como valeriana, mulungu e passiflora, exceto sob orientação profissional. Pessoas com doenças hepáticas precisam de cautela, já que o fígado é responsável por metabolizar muitas dessas substâncias. Fitoterápicos como a ashwagandha podem ser contraindicados para quem tem hipertireoidismo, enquanto o mulungu não deve ser usado junto de medicamentos sedativos. A valeriana pode potencializar o efeito de álcool e remédios calmantes, causando sonolência excessiva. Já a melissa pode interferir na função da tireoide se usada em grandes quantidades. É fundamental respeitar doses, duração do tratamento e evitar misturas aleatórias — muitos produtos industrializados combinam várias ervas ao mesmo tempo, podendo gerar interações inesperadas. Pessoas que usam antidepressivos, anticonvulsivantes, benzodiazepínicos ou remédios para pressão devem sempre conversar com um profissional antes de iniciar qualquer fitoterápico.



Doses, formas de uso e combinações seguras

Para obter bons resultados sem riscos, é essencial saber como utilizar cada ansiolítico natural. A camomila, por exemplo, pode ser consumida em chá de 2 a 3 vezes ao dia, ou em extratos padronizados entre 220 mg e 500 mg. A valeriana costuma ser usada entre 300 mg e 600 mg antes de dormir, especialmente para ansiedade noturna e insônia. A melissa apresenta bons efeitos em chás concentrados ou em cápsulas de 300 mg a 600 mg por dose. No caso da ashwagandha, as evidências sugerem melhores resultados com extratos padronizados entre 300 mg e 500 mg ao dia. Para quem prefere combinações, algumas misturas são consideradas seguras e eficazes, como camomila + melissa para relaxamento suave, ou maracujá + mulungu para situações de maior tensão. Já misturar valeriana com álcool ou com remédios sedativos não é recomendado. Óleos essenciais como o de lavanda também podem ser usados por aromaterapia ou topicamente, desde que diluídos. Ajustar horários, frequência e tipo de extrato é fundamental para maximizar resultados.



Tabela com os principais ansiolíticos naturais e seus efeitos

Uma visão rápida pode ajudar quem está começando:

Ansiolítico Natural

Principal ação

Indicação mais comum

Camomila

Relaxa o sistema nervoso

Ansiedade leve, irritabilidade, nervosismo


Maracujá (Passiflora)


Reduz hiperatividade e tensão


Ansiedade moderada, agitação, insônia


Valeriana


Diminui tensão muscular e induz sonolência


Insônia, ansiedade noturna


Melissa (Erva-cidreira)


Aumenta o relaxamento e melhora foco


Irritabilidade, estresse mental


Ashwagandha


Reduz cortisol e estresse crônico


Ansiedade generalizada, tensão prolongada


Magnésio


Relaxa músculos e regula neurotransmissores


Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental


Lavanda


Ação calmante via aromaterapia


Estresse, agitação, dificuldade em relaxar


Mulungu


Forte ação sedativa natural


Crises de ansiedade, agitação intensa



Perguntas Frequentes (FAQ) sobre Ansiolíticos Naturais

O que são fitoterápicos ansiolíticos e funcionam mesmo?
São extratos de plantas, minerais ou compostos naturais que modulam neurotransmissores e vias do estresse (por exemplo, GABA, serotonina). Para quadros leves a moderados há evidência clínica de eficácia — sobretudo camomila, passiflora, ashwagandha e valeriana — mas os resultados variam conforme a qualidade do extrato, a dose e a pessoa.

Quanto tempo leva para fazer efeito?
Depende: chás e óleos essenciais podem trazer alívio imediato e passageiro; extratos padronizados e suplementos orais costumam exigir dias a semanas de uso contínuo para efeitos consistentes (geralmente 2–6 semanas).

Posso tomar junto com antidepressivos ou ansiolíticos prescritos?
Nem sempre. Algumas ervas potencializam sedação (valeriana, mulungu) ou interagem com metabolismo hepático (ashwagandha pode afetar hormônios), por isso é imprescindível consultar o médico que acompanha seu tratamento antes de combinar.

Ansiolíticos naturais causam dependência?
A maioria não causa dependência química como benzodiazepínicos. Ainda assim, o uso indevido ou junto com álcool e sedativos pode provocar efeitos adversos e tolerância comportamental.

São seguros na gravidez e amamentação?
Muitos não têm segurança comprovada; portanto, grávidas e lactantes devem evitar ou usar SOMENTE com orientação médica. Exemplos: evitar valeriana, mulungu e ashwagandha sem prescrição.


Mitos e Verdades

Mito: “Se é natural, não faz mal.”
Verdade: Natural ≠ inofensivo. Plantas podem ter ações farmacológicas poderosas, efeitos adversos e interações com remédios.

Mito: “Posso dobrar a dose para melhorar o resultado.”
Verdade: Mais não é melhor — excesso pode causar náuseas, sedação intensa, problemas hepáticos ou interações perigosas.

Mito: “Quem tem ansiedade grave melhora só com fitoterápicos.”
Verdade: Em ansiedade severa, transtorno do pânico ou depressão associada, fitoterápicos podem ajudar como complemento, mas terapia psicológica e, muitas vezes, medicação convencional são necessárias.

Mito: “Chá é sempre seguro.”
Verdade: Chás concentrados ou uso crônico sem controle podem acumular compostos ativos e gerar efeitos adversos ou reduzir eficácia de medicamentos.


Como Escolher o Melhor Ansiolítico Natural para Você

1.      Identifique o objetivo: sono? tensão muscular? ansiedade difusa? Escolha conforme o alvo (ex.: valeriana para insônia; ashwagandha para estresse crônico).

2.      Prefira extratos padronizados: garantem concentração de princípios ativos (ex.: % de apigenina na camomila, withanolides na ashwagandha).

3.      Verifique procedência: marcas com controle de qualidade, laudos e boas práticas (BPF/GMP).

4.      Consulte um profissional: nutricionista, fitoterapeuta ou médico para ajustar dose e checar interações.

5.      Comece com doses baixas e observe reações: registre melhora e efeitos adversos por pelo menos 2–4 semanas.

6.      Não misture sem orientação: algumas combinações podem aumentar sedação ou provocar interações hepáticas.



Guia Prático de Uso Diário (Exemplos e Rotina)

·         Manhã (para estresse diário / foco): magnésio (forma glicinato ou treonato) à noite; ashwagandha 300–500 mg à manhã ou dividida; chá de melissa se precisar de foco relaxado.

·         Pré-tarde (para picos de ansiedade): chá de camomila ou cápsula padronizada (220–400 mg).

·         Noite (sono e recuperação): valeriana 300–600 mg ou combinação valeriana + passiflora 30–60 minutos antes de dormir; evitar cafeína após 16h.

·         Aromaterapia complementar: 1–2 gotas de óleo essencial de lavanda em difusor ou colar aromático para redução rápida da excitação.

·         Higiene do sono e comportamento: combine qualquer fitoterápico com rotina de sono (sem telas 1h antes, ambiente escuro, exercício leve no dia).

Observação: as doses acima são referências comuns em estudos e formulações comerciais; ajuste individual necessário.



Combinações que Funcionam e Combinações Perigosas

Combinações seguras (quando bem dosadas):

·         Camomila + Melissa = relaxamento leve e melhora do sono.

·         Maracujá + Valeriana = ação sinérgica para insônia por ansiedade.

·         Ashwagandha (diariamente) + magnésio (noite) = redução do cortisol + melhora do sono.


Combinações a evitar ou usar com cautela:

·         Valeriana + álcool = sedação excessiva; risco de quedas e comprometimento cognitivo.

·         Ashwagandha + medicamentos tireoidianos (sem orientação) = possível alteração hormonal.

·         Qualquer fitoterápico sedativo + benzodiazepínicos/opiáceos = risco de depressão respiratória.

·         Antidepressivos ISRS + ervas que modulam serotonina (em casos raros, risco teórico de serotonina) — consulte sempre um médico.



Quando Procurar Ajuda Profissional

Procure imediatamente atendimento médico ou psicológico quando:

·         A ansiedade impede atividades diárias (trabalho, estudos, relações).

·         Há crises de pânico com sensação de perda de controle, desmaio, dor torácica ou dispneia.

·         Pensamentos suicidas ou autolesão.

·         Sintomas persistem após 6–8 semanas de uso correto de intervenções naturais e mudanças de estilo de vida.

·         Está em uso de antidepressivos, anticoagulantes, anticonvulsivantes ou imunossupressores — precisa de avaliação antes de iniciar qualquer fitoterápico.



Links científicos

  • Meta-análise sobre Ashwagandha em ansiedade e estresse (PubMed)

  • Revisão sistemática de RCTs sobre Ashwagandha e ansiedade (PubMed)

  • Estudo clínico randomizado (8 semanas) com Ashwagandha para estresse/emocional (PubMed)

  • Estudo duplo-cego de Ashwagandha (60 dias) mostrando redução de cortisol (PubMed)

  • Revisão antiga de ensaios humanos com Ashwagandha para ansiedade (PubMed)

  • Estudo mostrando redução de cortisol com Ashwagandha, mas impacto variável no estresse percebido (PubMed)

  • Ensaio clínico em humanos: Passiflora incarnata (maracujá) comparado a oxazepam no transtorno de ansiedade geral (PubMed)

  • Estudo com ratos testando chrysin (da Passiflora) e receptores GABA (PubMed)




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